Look do momento: Calça xadrez vermelha

 No melhor estilo "despedida invernal" usei este look ontem para ir a faculdade. Álias você já se despediu do inverno? Ou assim como eu ainda não caiu a ficha? A calça que dá titulo a este post estava quase mofando no guarda-roupa, se usei duas vezes foi muito. Nem quis fazer color blocking já que além da calça ser vemelha, tem estampa nada discreta então imagina a falta de praticidade? Resultado: Resgatei uma peça super legal e, de quebra o visual ficou bem roquinho sem parecer detonado, recebendo muitos elogios.


Conclui que...
Foi muito bacana dar uma descontraída afinal no semestre passado estava numa vibe mais formal - moça sóbria chique. Ficava cansada de toda vez ter que pensar muito no que vestir.  As vezes a gente esquece que é preciso se permitir, ousar e relaxar vez ou outra para não cair na mesmice. Portanto, fica meu recado: o estilo não está presente apenas na roupa mas também no estado de espirito de quem veste. #nuncaesqueçadisso

Desejo (fashion) do dia: Jaqueta preta de couro

 Yes, I can! Finalmente o inverno resolveu comparecer na minha cidade, desde sabado tá um friozinho gostosinho. Então acordei com uma pegada mais metal, baby! Vou pegar a minha jaquetona de motoquera (invisivel hehe) e, me jogar na estrada ao som de I love Rock n´roll - Joan Jett.




Tem coisa mais clichê rock do que isso me diga?

E se eu fosse...



um mês, eu seria: Abril
um dia da semana: quinta-feira
uma hora do dia: 17:00 
um planeta: Saturno
um signo: Aquário
um símbolo: @
uma direção: Leste
um pecado: Preguiça
um líquido: Suco
uma pedra: Diamante
um clima: Frio
um instrumento musical: Piano
uma cor: Azul
um bicho: Formiga
um barulho: Trovoada
uma música: Hey jude - The Beatles
um livro: Enciclopédia
uma comida: Lasanha
uma sobremesa: Sorvete
um doce: Torta
um lugar: Céu
um esporte: Natação
um gosto: Agridoce
uma coisa : Uma tesoura
uma parte do corpo: Olhos
uma expressão facial: Surpresa
uma matéria :  História
um astro: Estrela
um número: 25
uma pessoa famosa: Jesus
um desenho: Shrek
uma viagem: Interestrelar
um ritmo:  Blues (Só pra variar)
uma frase: "Existem mais coisas entre o céu e a terra  do que sonha nossa vã filosofia"


Post scriptum: Segunda edição em breve!

Mary & Max - Uma amizade diferente (2009)

  Bem, estava um belo dia em casa totalmente ociosa (atacando a geladeira de cinco em cinco minutos) ai resolvi apelar para os telecines da vida em busca de um filminho pra passar melhor o tempo (a loca do controle remoto).  Vi comentários muito bons sobre este filme com a única ressalva: Prepare o lenço, fia!

 Sinopse: Mary Daisy Dinkle (Toni Collette) é uma menina solitária de oito anos, que vive em Melbourne, na Austrália.  Max Jerry Horovitz (Philip Seymour Hoffman) tem 44 anos e vive em Nova York. Obeso e também solitário, ele tem Síndrome de Asperger. Mesmo com tamanha distância e a diferença de idade existente entre eles, Mary e Max desenvolvem uma forte amizade, que transcorre de acordo com os altos e baixos da vida. Via: adorocinema


Apesar de se tratar de uma animação e, produzida todinha em stop motion este filme não tem nada de infantil. Muito pelo contrário, Mary & Max consegue abordar assuntos bem sisudos com simplicidade, arrisco dizer até que com um fiozinho de humor.  Em suma me identifiquei em alguns momentos com a personagem Mary, me lembrei da época que remetia cartas, por conseguinte, das amizades que fiz através deste meio de comunicação tão retrô nos tempos atuais.


A fotografia no estilo preto/branco com pequenissimos toques de cor aprofundou meus sentidos, ora fascinava, ora me entristecia. Quer saber se chorei? Chorei tanto, mas tanto que pensei que não ia parar principalmente por causa do final. Quando você se envolve com a estória fica torcendo pelas personagens... Eu, por exemplo senti muita dó do Max, conheço um senhor muito parecido com ele de quem inclusive sou amiga. E a Mary? Fiquei com raiva dela em alguns momentos, com pena, me solidarizei em outros.

Prepare o lenço, fia! - Mary & Max mostra o quanto somos vulneráveis mesmo que cotidianamente seja preciso maquiar isso numa espécie de complexo de super homem. Sendo que muitos adoecem justamente por isso, por esquecer a sua humanidade e, querer usar somente a razão.