A revolução dos bichos (George Orwell)


Sinopse: Num belo dia, os animais da fazenda do sr. Jones se dão conta da vida indigna a que são submetidos: eles se matam de trabalhar para os homens, lhes dão todas as suas energias em troca de uma ração miserável, para ao final serem abatidos sem piedade. Liderados por um grupo de porcos, os bichos então expulsam o fazendeiro de sua propriedade e pretendem fazer dela um Estado em que todos serão iguais. Logo começam as disputas internas, as perseguições e a exploração do bicho pelo bicho, que farão da granja um arremedo grotesco da sociedade humana. Publicada em 1945, A Revolução dos Bichos foi imediatamente interpretada como uma fábula satírica sobre os descaminhos da Revolução Russa, chegando a ter sido utilizada pela propaganda anticomunista .A novela de George Orwell de fato fazia uma dura crítica ao totalitarismo soviético; mas seu sentido transcende amplamente o contexto do regime stalinista. Mais do que nunca esta pequena obra-prima da ficção inglesa parece falar aos nossos dias, quando a concentração de poder e de riquezas, a manipulação da informação e as desigualdades sociais parecem atingir um ápice histórico. Via: Folha de São Paulo
Desde meu ensino médio me recomendaram este livro junto com vários títulos consagrados por meio de uma lista que dizia: Os melhores livros para se ler antes dos dezoito anos. Entretanto como deve imaginar alguns anos depois dos dezoito (mais madura e consciente), quero dizer mês passado tive a oportunidade de compra-lo e assim o fiz.  Li em três dias  as cento e quarenta e sete páginas. Foi ótimo pude conhecer melhor o autor, George Orwell - pseudônimo para Eric Arthur Blair. Já tinha lido 1984 e gamado imaginei que com o "A revolução dos bichos" não fosse gamar tanto. Basicamente o livro trata sobre o socialismo x totalitarismo. E chega um momento da narrativa que fica pesado, a leitura cansa e você fica com vontade de largar seu exemplar num canto qualquer da casa.


 Achei Orwell exageradamente pessimista e radical. Se bem que ao tratar de posicionamento político não existe um meio termo. Ou você é ou não é e fim de papo.  Quer dizer dá pra discutir por horas a respeito, principalmente se você for de humanas. Enfim um ótimo livro para refletir de como nós somos explorados e via de regra muitas vezes massa de manobra para governos, associações, seitas. O mais estranho é que consigo perceber em certas animações infanto-juvenis inspirações do livro. Recomendo! Porque para ler basta querer, quem quiser meu exemplar emprestado basta falar (Viu dona Liliam e  dona Claudia?). Ficarei muito feliz em fazer meu livro circular nas mãos dos amigos e poder discutir minhas partes prediletas.


Xoxo

Diário de viagem: Rio de Janeiro



 Parti de Salvador rumo a cidade maravilhosa cheia de expectativa, não minto. No aeroporto de Salvador antes de embarcar vimos a atriz global, Isabel Filardis. Meu irmão e Sandra viram uma tal de Nicole Bahls, que sinceramente não sei quem é mas, segundo eles é conhecida. A viagem de Salvador para o Rio de Janeiro durou cerca de uma hora e meia de avião. Que por sinal passou voando e praticamente nem senti. Ainda antes de desembarcar fiquei meio encantada com o visual. Tive um gostinho do que me aguardava ao ver as matas lá de cima, algumas favelas.  =D Vocês não fazem ideia como o meu coração ficou (batendo mais forte que os tambores do Olodum). Ao desembarcar no Galeão eu, minha mãe, meu irmão e Sandra (amiga da família) esperamos durante uma hora pelo carinha que ia nos levar para o hotel. O carro chegou sem ar condicionado e, esse foi o meu primeiro momento no Rio de Janeiro: morrendo de calor! Não pense que só porque moro numa cidade calorenta por excelência que tô acostumada, não.

 Ficamos hospedados no Flórida Hotel que fica localizado no bairro do Catete. O serviço diga-se de passagem muito bom.  Ao chegar no hotel havia uma porção de adolescentes plantados na porta, o guia, aparentava ser um senhor de meia idade nos disse que deveria ser por conta de algum ídolo teen que devia estar hospedado lá. Foi eu descer do veículo para receber uns olhares curiosos e outros meio enviesados, provavelmente estavam achando que teria mais chance do que eles de encontrar o tal "ídolo teen". rs


 Mudando de assunto: minha mãe estava doida pra conhecer o bairro da Lapa antes de viajar não falava em outra coisa. Esta por sinal estava em obras. Lá pelas seis horas da tarde minha mãe e Sandra acharam que deveríamos dar uma volta pelos arredores para conhecer o bairro, ver locais para almoçar/jantar, lojas para comprar bugigangas.
 Eu e meu irmão não estávamos afim e preferimos ficar no hotel. Dito e certo lá pelas onze horas da noite, eu com uma insônia danada resolvi abrir a janela para dar uma olhada quando vejo que os tais adolescentes haviam voltado e estavam gritando por um tal de Christian. Sim, o do Rebelde! Só fui descobrir isso bem depois...



No outro dia...

No meu primeiro dia no Rio de Janeiro estava programado um passeio para a cidade de Petrópolis. Fiquei  apaixonada pela Petrópolis antiga, a cidade é bem aconchegante e pareceu por alguns momentos que estava em outro país. O nosso guia explicou que a cidade recebeu muitos imigrantes alemães, isso pude notar por causa da arquitetura local. Ao subir a serra já fiquei toda contente sabia que tinha muita história para descobrir naquele lugar lindo. As fotos acima foram tiradas no antigo hotel casino Sesc na Petrópolis antiga - hoje, o lugar funciona como casa de eventos.

 Visitamos a casa de Santos Dumont que pela entrada principal você só consegue entrar com o pé direito. rsLá eles mantém vários objetos usados pelo inventor, escritos, mapa da casa, entre outras coisinhas.  A escultura do 14 bis me impressionou tamanha a perfeição. Fotogenia pura!

  Fomos ao museu Imperial onde é conservado o maior acervo da família e corte real desde decoração palaciana até objetos pessoais - super recomendo pra quem gosta de história. Você ainda pode comprar broches, camisetas, livretos entre outras bugigangas.  Uma pena que não pude fotografar a exposição para mostrar pra vocês. A única foto que fui autorizada de tirar foi essa do hall de entrada.


Compras? 
É na Petrópolis moderna que tem uma rua chamada Teresa recomendo para quem gosta de roupas de malha, acessórios e tudo mais. Você encontra muita coisa em conta por lá. Como por exemplo, um vestido que compra no shopping por R$ 60 você acha lá por uns 29 e fração. Mas, também só isso foi barato! Sapatos e bolsas não vi um desconto sequer.

A noite fomos por indicação do guia a uma feirinha que acontece em Copacabana (parece que apenas no verão) à partir das 17:00. Minha mãe queria comprar umas lembranças mais em conta. Garimpando direito encontra muita coisa legal por lá (Camisetas I love Rio, ecobags estilosas, bijuterias, chaveiros) . Dá pra pechinchar! Para terem noção da diferença de preços, uma miniatura do Cristo Redentor nas lojas do Corcovado custava entre 70 e 100. Na feirinha de Copa você encontrava a menor opção delas por R$ 10. Agora, imagine a economia?

No segundo dia de viagem... 
 
 
  Fizemos um city tour típico: ida ao Pão de açúcar, Cristo Redentor, praias, algumas ruas, parada no Maracanã (Estava em obras por isso não podíamos entrar). O nosso guia, Oswaldo contou a história do nome da cidade, dicas de praias legais. Vimos a rua onde foi feita a gravação de Fina Estampa, a loteria onde Griselda ganhou o prêmio até o prédio o qual, a doutora interpretada pela Renata Sorrah encontrava o namorado. No caminho passamos pelo sambódromo e tivemos uma aula sobre o carnaval do Rio. Tenho que dizer: Oswaldo foi o melhor guia que tivemos! Falou sobre absolutamente tudo: história das ruas, comunidades, praias, carnaval, novelas. Um banho de cultura carioca. hehehe


A emoção de conhecer uma das sete maravilhas do mundo moderno é do mesmo tamanho do monumento, gigante. O caminho para chegar ao Cristo exige um bom preparo físico, por isso dê um chega pra lá na preguiça e prepare-se. Tem uma escadaria liiiiinda enorme te esperando. Antes que me pergunte os idosos e deficientes vão de elevador. Você olha para os lados e vê tanto turista, cada grupo de um canto diferente do Brasil ou do planeta com a mesma ânsia por uma foto.
Depois que pedi autorização meu irmão deixou colocar a foto dele aqui

Saca só a vista...
 O que mais gostei do Rio de Janeiro foi sem sombra de dúvidas, o modo como a cidade conserva os dois lados da moeda. O perfume histórico presente na arquitetura de alguns bairros e a modernidade de uma cidade mundialmente projetada. A cidade se transformou em um verdadeiro canteiro de obras por conta das olímpiadas e copa. O compromisso em melhorar é um dos aspectos que Salvador precisa urgentemente se inspirar.

 Momento tenso
 
No geral tenho que falar comida no Rio de Janeiro é cara! O custo de vida é mega alto e pra turista tudo é uma facada. Outro momento que não curti foi no segundo dia de viagem na volta para o hotel. Ainda no Cristo Redentor, enfrentamos uma fila enorme para descer, para quem não sabe tem um trem que te leva para a parte de cima e para baixo.Você se sente o próprio desbravador subindo um trem no meio da floresta da tijuca só dá pra sentir aquele nervosinho. Enquanto esperávamos na fila caiu um toró e aí foi aquele deus nos acuda. Muita gente amontoada num lugar que acomoda no máximo umas sessenta pessoas e olhe lá. Um grupo muito provavelmente de espanhóis fazendo uma algazarra danada, casal tendo uma DR, criança chorando como trilha sonora de fundo. Um presságio do inferno. rs


O post ficou enorme por isso vou deixar o terceiro e último dia de viagem para outro post.   
Xoxo

Água para elefantes (2011)


Não tinha nenhuma expectativa para o filme estrelado pelo Robert Pattinson (Jacob Jankowiski) e Reese Winterspoon (Marlena). Na verdade foi por causa dos comentários das amigas a respeito que fiquei curiosa para assisti-lo. Domingo à noite (dia do sofá) estava passando no telecine Premium e depois de negociar com a minha mãe ela concordou em ceder o horário para assistimos juntas. ebaaaaaa!
 Se alguém me perguntasse o que mais curti no filme diria que foi a elefante Rosie. Muito fofa! Deu uma agitada boa e norteou o filme. É claro que gostei do roteiro, da fotografia belíssima que explora muito bem a ludicidade do circo, do casal principal. Tenho que discordar da crítica que li achei que eles tinham química em cena e a estória de amor das personagens foi linda.

Embora tenha ressaltado este lado, Água para elefantes não é um filme altamente romântico e sim repleto de tensão como um bom filme dramático. Quero destacar a bela atuação do  Christoph Watz como August (dono do circo), fiquei com muita vontade de pular para dentro da tv e enche-lo de pancadas. Mas, o que acontece com a personagem defendida por ele é trágico o suficiente para findar a minha repulsa. Vários temas tratados na periferia do filme colaboram para enriquecer o enredo, como o abuso de poder, violência contra a mulher, violência contra animais, o lugar do idoso na sociedade.

 Sinopse

O que gostei também foi o esquema adotado narrador-personagem, Jacob idoso relatando suas experiências da juventude. O tempo retratado é 1931, os Estados Unidos passava por um período econômico difícil. A personagem, Jacob Jankowiski, estudante de medicina veterinária perde tudo que tem: família, lar. Para lidar com isso arranja emprego num circo que passa pela cidade. E aí a estória começa a se desenrolar. O filme tem este quê histórico super envolvente e mesmo que você não goste do casal de atores principais (O que acho um pouco difícil) você vai gostar do filme. Confesso uma coisa fiquei muito a fim de ler o livro! Nota: 8,0

Teste: Você sabe se vestir?

Como estão? Preparei este teste no meu caderno de anotações há muito tempo. Depois mostro o meu processo de postagem. Agora, quero vê quem tem vocação para personal stylist!

*O Ministério da saude adverte: levar este teste a sério causa sérios problemas como: dúvida, frustração e irritação. Continuaremos com a programação normal. Mantenha-se bem humorado e não esqueça de comentar no final. A comandante Moema deseja um ótimo teste. Obrigada!

Para ver o resultado você deve apertar no leia mais.






Uhmm tá curiosa (o) para saber o resultado? Clica no leia mais 





  1. Certo. Pode usar, mas com restrições. Quem tem quadril largo deve combinar esse tipo de calça com vestidos, batas, túnicas ou blusas que cubram totalmente a região do bumbum, para não cortar a silhueta. 
  2. Errado. Quem está acima do peso não só pode, como deve, usar estampas, com o devido cuidado. A escolha deve ser baseada nas proporções que a estampa ocupa em relação ao seu corpo. Portanto, nada de florais, arabescos e motivos grandes. Opte por listras, que tenham como fundo cores neutras e escuras.
  3. Errado. O ideal é que um ou outro tenha destaque. Se usar brincos grandes, escolha um colar pequeno e, vice-versa.
  4. Certo. Golas altas ou do tipo careca não caem bem nas pessoas de seios fartos. Golas altas só funcionam quando combinadas a coletes ou casacos. Na verdade o decote V é bem democrático, ainda não vi uma pessoa que não ficasse bem.
  5. Errado. Pode sim! E esta combinação está em alta. Mas procure usar acessórios que tenham o mesmo estilo.